Publicado por admin e arquivado em Drops na Língua
O uso da locução prepositiva “a nível de” é totalmente desaconselhado.
Trata-se de modismo condenável. Existem na língua:
- no nível de,
- em nível de,
- ao nível de, cujo significado é à mesma altura ( Santos fica ao nível do mar.).
Constata-se nos livros, principalmente os que comentam artigos da atual Constituição Brasileira, construções com a locução “a nível de”.
- São decisões a nível de Câmara,
- Decisões a nível de Ministro,
- Decisões a nível municipal…
O mais sensato seria:
- Decisões da Câmara,
- Decisões ministeriais,
- Decisões municipais.
Nota-se que a locução prepositiva “ a nível de” torna-se desnecessária na comunicação.
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Nossos editores e programadores voltaram das sua merecidas férias e nosso site está a todo vapor.
Este é o site que fala sua Língua!!
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Publicado por admin e arquivado em Destaques, Sala de Aula
O direito costuma ser considerado um sistema. Enquanto sistema, é um conjunto ordenado de normas e decisões, caracterizado pela completude e coerência.
Para atingir a sistematicidade, o direito depende da precisão técnica de sua linguagem.
O sentido das palavras na linguagem jurídica
Vocábulos unívocos
São os que contém um só sentido. A codificação vale-se deles para descrever delitos e assegurar direitos:
- Furto: art. 155 CP -subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel;
- Roubo: art. 157 CP – subtrair, para si ou para ou-trem, coisa móvel alheia mediante grave ameaça ou violência;
- Mútuo: art. 586 CC – empréstimo oneroso de coisas fungíveis;
- Comodato: art. 579 CC – empréstimo gratuito de coisas não fungíveis.
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Agradecemos a todos especialmente pela marca de 3000 visitas no mês de dezembro.
Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída.
Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.
Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências dos seus atos.
Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso coração está partido, o mundo não pára para que nós o consertemos.
Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.
Aprendemos que amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de nos fazer felizes. Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos.
Aprendemos que o que faz diferença não é o que temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família são os amigos que escolhemos.
Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta.
Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.
O nosso futuro ainda está por vir.
Então aprendemos que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.
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Continuando com os sumiços na Língua, causados pela reforma ortográfica, constataremos, hoje, que some o acento diferencial (aquele utilizado para distinguir timbres vocálicos), ou seja, utilizado para permitir identificar as palavras que têm a mesma pronúncia (homófonas), o acento diferencial também é abolido com a reforma ortográfica.
Deixam de acentuadas palavras como:
- pára (do verbo parar) /para (preposição);
- pêra (substantivo) / pera (preposição) Ler o restante »
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Segundo a Editoração de Publicações Oficiais, “a abreviatura é uma forma de redução, de contração escrita das palavras. É a parte de uma palavra que, na escrita, representa a palavra inteira. Trata-se, na realidade, de um modo de grafar palavras, e até frases, com menor número de caracteres do que aquele que ordinariamente se usaria”.
Para compô-la, observamos as seguintes regras oficiais:
a) Deve-se abreviar palavras em razão da freqüência de seu uso numa obra e do seu caráter preferencialmente técnico.
b) Se a abreviatura for por suspensão ou corte de elementos gráficos, inclusive a parte final do vocábulo, deve ela terminar por ponto. Esse ponto, geralmente, se coloca depois de consoante e depois da última consoante dos encontros: sarg. (sargento), rec. (recurso), mod. (modelo) adj. (adjetivo), constr. (construção). Ler o restante »
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Continuando nosso estudo sobre a Reforma Ortográfica, abordaremos, ainda, o que foi suprimido com o novo acordo, porque desde o post anterior combinamos que para haja uma melhor aprendizagem sobre o que muda com o novo acordo, começaremos pelo estudo do que será suprimido, portanto: Ler o restante »
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Atendendo a pedido no nosso leitor Zaqueu, estamos republicando o post, agora de forma mais clara, porque realmente estava muito resumido. Agradecemos a participação e a colaboração de todos que enviam sugestões para nosso site
Essas são dicas importantes para nunca mais escorregar na Língua Portuguesa:
Nada a ver ou nada haver?
- O certo é: Não tenho nada a ver com isso, e não haver com isso.
Televisão em cores ou a cores?
- Já se disse muitas vezes, mas vale repetir: televisão em cores, e não a cores. Ler o restante »
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A partir de hoje o site www.professorpalmito.com.br estará postando uma de série de estudos que tem como objetivo divulgar, de forma clara e objetiva, as novas normas que passam a valer a partir do acordo que unifica o idioma português em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Ler o restante »
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